De certeza que este nome não vos diz nada. Vou ser sincero. A mim também não. até ler um post no "lobi". e então a noticia era assim "Natércia é empregada do McDonald’s de Odivelas e ganhou um concurso internacional de música, realizado nos Estados Unidos, destinado exclusivamente a empregados do restaurante.
Pela façanha, Natércia recebeu um cheque de quinze mil euros e disse, numa reportagem da SIC, que parte do dinheiro irá parar a uma instituição de solidariedade que dê apoio a crianças.
Natércia não é, naturalmente, uma mulher rica. Nem está interessada em dar dinheiro durante um torneio de golfe ou jantar de gala. Não, dá dinheiro porque não está agarrada a ele e não pede nada em troca.
O seu gesto contrasta com a ganância desses que ganham quinze mil euros, não em concursos da McDonald’s, mas em prémios pagos por entidades públicas, em comissões pelos mais bizarros negócios, em súcias com as mais diversas e engenhosas formas…
Gostei da Natércia do McDonald’s de Odivelas. "
Eu também gostei.
Se quiserem ler mais acerca deste novo talento, é só clickar aqui, e aqui.
Numa altura em que se fala de telemóveis e agressões e tempos dificéis. Os maus exemplos são mais que muitos, mas ainda há esperança. Veja-se este exemplo. Os alunos de uma turma da Escola Secundária Conde de Monsaraz, em Reguengos de Monsaraz, deixaram de lado a possibilidade de recolher fundos destinados à viagem de finalistas, para ajudar a pagar o arranjo do carro de um professor, acidentado durante uma actividade organizada pela escola.(link)
Alta velocidade: ninguém te vai achar grande". Numa analogia entre o excesso de velocidade e o tamanho do pénis, foi com este slogan que uma campanha australiana de prevenção rodoviária tentou chegar aos condutores mais jovens. O governo diz que o método já revelou ser "eficaz". Os anúncios de televisão mostram mulheres a dobrar o dedo mindinho quando os condutores passam em alta velocidade. Um gesto que dá a entender que quem guia tem esta atitude porque, na realidade, tem um pénis pequeno. De acordo com os responsáveis pela campanha, a ideia surgiu após constatarem que os jovens estão tão habituados a cenas de acidentes e feridos na televisão que esse tipo de imagens não os impressiona. No entanto quando se toca numa possível falta de virilidade, o caso muda de figura. O público-alvo são jovens do sexo masculino, com idades entre os 17 e os 25. Segundo dados divulgados pelo próprio governo australiano, mais de 60 por cento dos jovens entrevistados após o lançamento da campanha admitiram que repensaram os seus hábitos de condução. Além do spot televisivo, a campanha foi também lançada em outdoors, anúncios no cinema e na Internet. Embora já tenha sido acusada de discriminação, a agência de Trânsito do Estado de Nova Gales do Sul, responsável pela publicidade, afirma que "os egos feridos são um preço baixo a pagar se os anúncios ajudarem a salvar uma vida". (Expresso)
Não sou fã, nem nem simpatizante nem apreciador das touradas. Mas há uma coisa que não posso deixar de apreciar. A coragem de quem vai para a cara de um touro. E aí surge a camaradagem, a equipa, o ombro a ombro. O saber que os que estão lá, estão pela mesma causa. E que não vão falhar. Não se vão desviar nem desculpar. Não é preciso citar situações onde o verdadeiro espirito de equipa prevalece. Quem sabe do que estou a falar, sabe reconhecê-las. Quem não sabe, não é possivel ensinar. Sorry. Aqui fica um exemplo do que significa "companheiro"!
Nasci em 1965. Sou profissional de Informação Médica desde 1988. Sou pai desde 1991. Sou Bombeiro Voluntário desde 2001. Sou mergulhador desde 2006.Tenho este blog desde 2008.